81. Educação Cristã: As universidades e centros superiores de educação católica



1. O que diz o texto?
Fala das universidades e centros superiores de educação católica.
Segundo sua própria natureza, a Universidade Católica presta importante ajuda à Igreja em sua missão evangelizadora. Trata-se de vital testemunho de ordem institucional sobre Cristo e sua mensagem, tão necessário e importante para as culturas impregnadas pelo secularismo. As atividades fundamentais de uma universidade católica deverão vincular-se e harmonizar-se com a missão evangelizadora da Igreja. Elas se realizam através de uma pesquisa realizada à luz da mensagem cristã, que coloque os novos descobrimentos humanos a serviço das pessoas e da sociedade. Dessa forma oferece uma formação dada em contexto de fé, que prepare pessoas capazes de juízo racional e crítico, conscientes da dignidade transcendental da pessoa humana. Isso implica uma formação profissional que compreenda os valores éticos e a dimensão de serviço às pessoas e à sociedade; o diá¬logo com a cultura, que favoreça melhor compreensão e transmissão da fé; e a pesquisa teológica que ajude a fé a expressar-se em linguagem significativa para estes tempos. Porque cada vez mais consciente de sua missão salvífica neste mundo, a Igreja quer sentir esses centros bem próximos a ela mesma, e deseja tê-los presentes e operantes na difusão da mensagem autêntica de Cristo.
As universidades católicas, por conseguinte, terão que desenvolver com fidelidade sua especificidade cristã, visto que possuem responsabilidades evangélicas que instituições de outro tipo não estão obrigadas a realizar. Entre elas se encontra, sobretudo, o diálogo fé e razão, fé e cultura, e a formação de professores, alunos e pessoal administrativo através da Doutrina Social e Moral da Igreja, para que sejam capazes de compromisso solidário com a dignidade humana, de serem solidários com a comunidade e de mostrarem profeticamente a novidade que representa o cristianismo na vida das sociedades latino-americanas e caribenhas. Para isso, é indispensável que se cuide do perfil humano, acadêmico e cristão dos que são os principais responsáveis pela pesquisa e docência.
É necessária uma pastoral universitária que acompanhe a vida e o caminhar de todos os membros da comunidade universitária, promovendo um encontro pessoal e comprometido com Jesus Cristo e múltiplas iniciativas solidárias e missionárias. Também se deve procurar uma presença próxima e dialogante com membros de outras universidades públicas e centros de estudo.
Nas últimas décadas, observamos na América Latina e no Caribe o surgimento de diversos Institutos de Teologia e Pastoral orientados para a formação e atualização de agentes de pastoral. Nesse caminho, tem-se conseguido criar espaços de diá¬logo, discussão e busca de respostas adequadas aos enormes desafios enfrentados pela evangelização no Continente. Ao mesmo tempo, tem sido possível formar inumeráveis líderes a serviço das Igrejas particulares.(DAp 341-344)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
O texto nos diz que:
- a Universidade Católica presta importante ajuda à Igreja em sua missão evangelizadora.
- As atividades fundamentais de uma universidade católica deverão vincular-se e harmonizar-se com a missão evangelizadora da Igreja.
- A formação profissional deve compreender os valores éticos e a dimensão de serviço às pessoas e à sociedade;
- o diálogo com a cultura, que favoreça melhor compreensão e transmissão da fé;
- e a pesquisa teológica que ajude a fé a expressar-se em linguagem significativa para estes tempos.
- Porque a Igreja quer sentir esses centros bem próximos a ela mesma, e deseja tê-los presentes e operantes na difusão da mensagem autêntica de Cristo.
- é indispensável que se cuide do perfil humano, acadêmico e cristão dos que são os principais responsáveis pela pesquisa e docência.
- É necessária uma pastoral universitária que acompanhe a vida e o caminhar de todos os membros da comunidade universitária, promovendo um encontro pessoal e comprometido com Jesus Cristo e múltiplas iniciativas solidárias e missionárias.
- o surgimento de diversos Institutos de Teologia e Pastoral orientados para a formação e atualização de agentes de pastoral tem possibilitado formar inumeráveis líderes a serviço das Igrejas particulares

3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental
Senhor, Deus da vida e do amor,
enviastes o vosso Filho
para nos libertar das forças da morte
e conduzir-nos no caminho da esperança.
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito!
Fazei-nos discípulos,
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

80. Educação Cristã: Os centros educacionais católicos e a família



1. O que diz o texto?
Fala dos centros educacionais católicos:
Um princípio irrenunciável para a Igreja é a liberdade de ensino. O amplo exercício do direito à educação reivindica por sua vez, como condição para sua autêntica realização, a plena liberdade que deve gozar toda pessoa para escolher a educação de seus filhos que considere mais adequada aos valores que eles mais estimam e que consideram indispensáveis. Pelo fato de haver dado a vida aos filhos, os pais assumiram a responsabilidade de oferecer a eles condições favoráveis para seu crescimento e a séria obrigação de educá-los. A sociedade precisa reconhecê-los como os primeiros e principais educadores. O dever da educação familiar, como primeira escola de virtudes sociais, é de tanta transcendência que, quando falta, dificilmente pode ser suprida. Esse princípio é irrenunciável. 
Fala também, da família:
Esse direito intransferível, que implica uma obrigação e que expressa a liberdade da família na esfera da educação, por seu significado e alcance, precisa ser decididamente garantido pelo Estado. Por essa razão, o poder público, a quem compete a proteção e a defesa das liberdades dos cidadãos, atendendo à justiça distributiva, deve distribuir as ajudas públicas - que provêm dos impostos de todos os cidadãos - de tal maneira que a totalidade dos pais, independente de sua condição social, possam escolher, segundo sua consciência, em meio a uma pluralidade de projetos educativos, as escolas adequadas para seus filhos. Esse é o valor fundamental e a natureza jurídica que fundamenta a subvenção escolar. Portanto, a nenhum setor educacional, nem sequer ao próprio Estado, se pode outorgar a faculdade de se reservar o privilégio e a exclusividade da educação dos mais pobres, sem com isso infringir importantes direitos. Desse modo, promovem-se direitos naturais da pessoa humana, da convivência pacífica dos cidadãos e do progresso de todos. (DAp 339-340)

2. O que diz o texto para mim, para nós?
O texto nos diz que:
- Um princípio irrenunciável para a Igreja é a liberdade de ensino. O amplo exercício do direito à educação reivindica por sua vez, como condição para sua autêntica realização, a plena liberdade que deve gozar toda pessoa para escolher a educação de seus filhos que considere mais adequada aos valores que eles mais estimam e que consideram indispensáveis. 
- Pelo fato de haver dado a vida aos filhos, os pais assumiram a responsabilidade de oferecer a eles condições favoráveis para seu crescimento e a séria obrigação de educá-los. A sociedade precisa reconhecê-los como os primeiros e principais educadores.
- O dever da educação familiar, como primeira escola de virtudes sociais, é de tanta transcendência que, quando falta, dificilmente pode ser suprida. Esse princípio é irrenunciável. 
- Esse direito intransferível, que implica uma obrigação e que expressa a liberdade da família na esfera da educação, por seu significado e alcance, precisa ser decididamente garantido pelo Estado. 
-  o poder público, a quem compete a proteção e a defesa das liberdades dos cidadãos, atendendo à justiça distributiva, deve distribuir as ajudas públicas - que provêm dos impostos de todos os cidadãos - de tal maneira que a totalidade dos pais, independente de sua condição social, possam escolher, segundo sua consciência, em meio a uma pluralidade de projetos educativos, as escolas adequadas para seus filhos. Esse é o valor fundamental e a natureza jurídica que fundamenta a subvenção escolar. 
- A nenhum setor educacional, nem sequer ao próprio Estado, se pode outorgar a faculdade de se reservar o privilégio e a exclusividade da educação dos mais pobres, sem com isso infringir importantes direitos. Desse modo, promovem-se direitos naturais da pessoa humana, da convivência pacífica dos cidadãos e do progresso de todos.

3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental
Senhor, Deus da vida e do amor,
enviastes o vosso Filho
para nos libertar das forças da morte
e conduzir-nos no caminho da esperança.
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito!
Fazei-nos discípulos,
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

79. Educação Cristã: recapitulando tudo em Cristo


1. O que diz o texto?
A missão primária da Igreja é anunciar o Evangelho de maneira tal que garanta a relação entre a fé e a vida tanto na pessoa individual como no contexto sócio-cultural em que as pessoas vivem, atuam e se relacionam entre si. Assim, a Igreja "procura transformar, mediante a força do Evangelho, os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade que estão em contraste com a Palavra de Deus e o desígnio de salvação". 
 Portanto, quando falamos de educação cristã, entendemos que o mestre educa para um projeto de ser humano em que habite Jesus Cristo com o poder transformador de sua vida nova. Existem muitos aspectos nos quais se educa e entre os quais consta o projeto educativo. Existem muitos valores, mas estes valores nunca estão sozinhos, sempre formam uma constelação ordenada, explícita ou implicitamente. Se a ordenação tem Cristo como fundamento e fim, então essa educação está recapitulando tudo em Cristo e é verdadeira educação cristã; se não, pode falar de Cristo, mas corre o perigo de não ser cristã. 
Desse modo se produz uma compenetração entre os dois aspectos. Quer dizer, não se concebe a possibilidade de anunciar o Evangelho sem que este ilumine, infunda alento e esperança e inspire soluções adequadas aos problemas da existência; muito menos que se possa pensar em verdadeira e plena promoção do ser humano sem abri-lo a Deus e anunciar-lhe Jesus Cristo. 
A Igreja é chamada a promover em suas escolas uma educação centrada na pessoa humana que é capaz de viver na comunidade oferecendo a esta o bem que a Igreja possui. Diante do fato de que muitos se encontram excluídos, a Igreja deverá estimular uma educação de qualidade para todos, formal e não-formal, especialmente para os mais pobres. Educação que ofereça às crianças, aos jovens e aos adultos o encontro com os valores culturais do próprio país, descobrindo ou integrando neles a dimensão religiosa e transcendente. Para isso, necessitamos de uma pastoral da educação que seja dinâmica e acompanhe os processos educativos, que seja voz que legitime e salvaguarde a liberdade de educação diante do Estado e o direito a uma educação de qualidade para os mais despossuídos.
Desse modo, estamos em condições de afirmar que, no projeto educativo da escola católica, Cristo, o Homem perfeito, é o fundamento em quem todos os valores humanos encontram sua plena realização e, a partir daí, sua unidade. Ele revela e promove o sentido novo da existência e a transforma, capacitando o homem e a mulher a viverem de maneira divina, ou seja, para pensar, querer e agir segundo o Evangelho, fazendo das bem-aventuranças a norma de suas vidas. Precisamente pela referência explícita e compartilhada por todos os membros da comunidade escolar, a visão cristã - ainda que em grau diverso, e respeitando a liberdade de consciência e religiosa dos não cristãos presentes nela - a educação é "católica", pois os princípios evangélicos se convertem para ela em normas educativas, motivações interiores e, ao mesmo tempo, em metas finais. Esse é o caráter especificamente católico da educação. Jesus Cristo, pois, eleva e enobrece a pessoa humana, dá valor à sua existência e constitui o perfeito exemplo de vida. É a melhor notícia, proposta pelos centros de formação católica aos jovens. 
Portanto, a meta que a escola católica se propõe com relação às crianças e jovens, é a de conduzir ao encontro com Jesus Cristo vivo, Filho do Pai, irmão e amigo, Mestre e Pastor misericordioso, esperança, caminho, verdade e vida, e dessa forma à vivência da aliança com Deus e com os homens. A escola o faz colaborando na construção da personalidade dos alunos, tendo Cristo como referência no plano da mentalidade e da vida. Tal referência, ao se fazer progressivamente explícita e interiorizada, ajudará a ver a história como Cristo a vê, a julgar a vida como ele o faz, a escolher e amar como ele, a cultivar a esperança como Ele nos ensina e a viver nele a comunhão com o Pai e o Espírito Santo. Pela fecundidade misteriosa dessa referência, a pessoa se constrói na unidade existencial, isto é, assume suas responsabilidades e procura o significado último de sua vida. Situada na Igreja, comunidade de cristãos, ela consegue com liberdade viver intensamente a fé, anunciá-la e celebrá-la com alegria na realidade de cada dia. Como conseqüência, amadurecem e parecem co-naturais as atitudes humanas que levam a se abrir sinceramente à verdade, a respeitar e amar as outras pessoas, a expressar sua própria liberdade na doação de si e no serviço aos demais para a transformação da sociedade. 
A escola católica é chamada a uma profunda renovação. Devemos resgatar a identidade católica de nossos centros educacionais por meio de um impulso missionário corajoso e audaz, de modo que chegue a ser uma opção profética plasmada em uma pastoral da educação participativa. Tais projetos devem promover a formação integral da pessoa, tendo seu fundamento em Cristo, com identidade eclesial e cultural, e com excelência acadêmica. Além disso, há de gerar solidariedade e caridade para com os mais pobres. O acompanhamento dos processos educativos, a participação dos pais de família neles e a formação de docentes, são tarefas prioritárias da pastoral da educação.
Propõe-se que nas instituições católicas a educação na fé seja integral e transversal em todo o currículo, levando em consideração o processo de formação para encontrar Cristo e para viver como discípulos e missionários e inserindo nela verdadeiros processos de iniciação cristã. Ao mesmo tempo, recomenda-se que a comunidade educativa (diretores, mestres, pessoal administrativo, alunos, pais de família etc.), enquanto autêntica comunidade eclesial e centro de evangelização, assuma seu papel de formadora de discípulos e missionários em todos os seus estratos. A partir daí, em comunhão com a comunidade cristã que é sua matriz, promova um serviço pastoral no setor em que se insere, especialmente dos jovens, da família, da catequese e da promoção humana dos mais pobres. Esses objetivos são essenciais nos processos de admissão de alunos, em suas famílias e na contratação dos docentes.  (DAp 331-338)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
O texto sobre Educação Cristã nos diz:
- A missão primária da Igreja é anunciar o Evangelho de maneira tal que garanta a relação entre a fé e a vida tanto na pessoa individual como no contexto sócio-cultural em que as pessoas vivem;
-  "procura transformar, mediante a força do Evangelho, os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade que estão em contraste com a Palavra de Deus e o desígnio de salvação". 
- o mestre educa para um projeto de ser humano em que habite Jesus Cristo com o poder transformador de sua vida nova.
- Esta Educação tem Cristo como fundamento e fim, recapitulando tudo em Cristo.
- Esta produz uma compenetração entre os dois aspectos. Quer dizer, não se concebe a possibilidade de anunciar o Evangelho sem que este ilumine, infunda alento e esperança e inspire soluções adequadas aos problemas da existência; 
- não se pode pensar em verdadeira e plena promoção do ser humano sem abri-lo a Deus e anunciar-lhe Jesus Cristo. 
- a Igreja deverá estimular uma educação de qualidade para todos, formal e não-formal, especialmente para os mais pobres. Educação que ofereça às crianças, aos jovens e aos adultos o encontro com os valores culturais do próprio país, descobrindo ou integrando neles a dimensão religiosa e transcendente. 
- necessitamos de uma pastoral da educação que seja dinâmica e acompanhe os processos educativos, que seja voz que legitime e salvaguarde a liberdade de educação diante do Estado e o direito a uma educação de qualidade para os mais despossuídos.
- no projeto educativo da escola católica, Cristo, o Homem perfeito, é o fundamento em quem todos os valores humanos encontram sua plena realização e, a partir daí, sua unidade. Ele revela e promove o sentido novo da existência e a transforma, capacitando o homem e a mulher a viverem de maneira divina, ou seja, para pensar, querer e agir segundo o Evangelho, fazendo das bem-aventuranças a norma de suas vidas.  
- a educação é "católica", pois os princípios evangélicos se convertem para ela em normas educativas, motivações interiores e, ao mesmo tempo, em metas finais. Esse é o caráter especificamente católico da educação. Jesus Cristo, pois, eleva e enobrece a pessoa humana, dá valor à sua existência e constitui o perfeito exemplo de vida. É a melhor notícia, proposta pelos centros de formação católica aos jovens. 
- a meta que a escola católica se propõe com relação às crianças e jovens, é a de conduzir ao encontro com Jesus Cristo vivo, Filho do Pai, irmão e amigo, Mestre e Pastor misericordioso, esperança, caminho, verdade e vida, e dessa forma à vivência da aliança com Deus e com os homens.
- A escola católica é chamada a uma profunda renovação. Devemos resgatar a identidade católica de nossos centros educacionais por meio de um impulso missionário corajoso e audaz, de modo que chegue a ser uma opção profética plasmada em uma pastoral da educação participativa. Tais projetos devem promover a formação integral da pessoa, tendo seu fundamento em Cristo, com identidade eclesial e cultural, e com excelência acadêmica. - Propõe-se que nas instituições católicas a educação na fé seja integral e transversal em todo o currículo, levando em consideração o processo de formação para encontrar Cristo e para viver como discípulos e missionários e inserindo nela verdadeiros processos de iniciação cristã. 

3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! 
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

78. Educação Católica: sua finalidade



1. O que diz o texto?
 A América Latina e o Caribe vivem uma particular e delicada emergência educacional. Na verdade, as novas formas educacionais de nosso continente, impulsionadas para se adaptar às novas exigências que se vão criando com a mudança global, aparecem centradas prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades e denotam claro reducionismo antropológico, visto que concebem a educação preponderantemente em função da produção, da competitividade e do mercado. Por outro lado, com freqüência, elas propiciam a inclusão de fatores contrários à vida, à família e a uma sadia sexualidade. Dessa forma, não manifestam os melhores valores dos jovens nem seu espírito religioso; menos ainda lhes ensinam os caminhos para superar a violência e se aproximar da felicidade, nem os ajudam a levar uma vida sóbria e adquirir as atitudes, virtudes e costumes que tornariam estável o lar que venham a estabelecer, e que os converteriam em construtores solidários da paz e do futuro da sociedade. 
Diante dessa situação, fortalecendo a estreita colaboração com os pais de família e pensando em uma educação de qualidade à que têm direito, sem distinção, todos os alunos e alunas de nossos povos, é necessário insistir no autêntico fim de toda escola. É chamada a se transformar, antes de mais nada, em lugar privilegiado de formação e promoção integral, mediante a assimilação sistemática e crítica da cultura, fato que consegue por meio de um encontro vivo e vital com o patrimônio cultural. Isso supõe que tal encontro se realize na escola em forma de elaboração, ou seja, confrontando e inserindo os valores perenes no contexto atual. Na realidade, a cultura, para ser educativa, deve inserir-se nos problemas do tempo no qual se desenvolve a vida do jovem. Dessa maneira, as diferentes disciplinas precisam apresentar não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir. (DAp 328-329)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
A Escola Católica aparece na América Latina e Caribe:
-  centrada prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades 
- denota claro reducionismo antropológico, visto que concebe a educação preponderantemente em função da produção, da competitividade e do mercado.
- com freqüência, ela propicia a inclusão de fatores contrários à vida, à família e a uma sadia sexualidade. 
-  não manifesta os melhores valores dos jovens nem seu espírito religioso; menos ainda lhes ensinam os caminhos para superar a violência e se aproximar da felicidade, 
- nem ajuda os jovens a levar uma vida sóbria e adquirir as atitudes, virtudes e costumes que tornariam estável o lar que venham a estabelecer, e que os converteriam em construtores solidários da paz e do futuro da sociedade. 

É  necessário insistir no autêntico fim de toda escola:
- se transformar, antes de mais nada, em lugar privilegiado de formação e promoção integral, mediante a assimilação sistemática e crítica da cultura, fato que consegue por meio de um encontro vivo e vital com o patrimônio cultural. 
- em forma de elaboração, ou seja, confrontando e inserindo os valores perenes no contexto atual. 
- a cultura, para ser educativa, deve inserir-se nos problemas do tempo no qual se desenvolve a vida do jovem. 
- as diferentes disciplinas precisam apresentar não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir. (DAp 328-329)


3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! 
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.