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CARTA DO 28° ENCONTRO DE PRESBITEROS DO REGIONAL SUL 3 CNBB


No ano em que a mãe Igreja nos convidou para celebrar o ano sacerdotal, preparando-nos para celebrar os cem anos da Arquidiocese de Porto Alegre (RS), das Dioceses de Santa Maria, de Pelotas e de Uruguaiana, nós, presbíteros do Regional Sul 3, nos reunimos em São Leopoldo, no CECREI, para:

1) Preparar o 13° Encontro Nacional de Presbíteros que vai acontecer de 03 a 09 de fevereiro de 2010, em Itaici – Indaiatuba, SP. Após estudo do subsidio: “Encontro Nacional de Presbíteros, 25 anos celebrando e fortalecendo a comunhão presbiteral” feita nas dioceses, procuramos aprofundar a reflexão.

2) Continuar a reflexão para discernir a identidade do presbítero no mundo em constante crise estrutural e em busca de “novidades”. O presbítero é um ministro ordenado, que anima os ministérios na comunidade eclesial e na caminhada do Povo de Deus.

3) Construir a vida de comunhão e participação no presbitério. No mundo fragmentado, onde a vida está fragilizada, somos chamados, a partir do plano divino, a ser testemunhas de comunhão em nossa Igreja, Povo de Deus.

4) Dar continuidade ao trabalho de promover esperança, de lançar valores no chão da vida. Olhando para a caminhada de nossa diocese, percebemos que foram semeadas a fé, a luta pela justiça, a organização de entidades em defesa da vida, despertando presbíteros, diáconos, ministros, catequistas e tantas outra lideranças. Olhando para o futuro vemos uma luz que ilumina o horizonte e faz com que a vida seja cheia de sentido.

5) Cooperar na construção da sociedade sendo presença além dos ambientes religiosos. Reconhecendo que tantas instituições contribuem para que a vida seja possível, nós presbíteros, como corresponsáveis pela dimensão religiosa, queremos ajudar a todas as pessoas a viver a sua fé em busca de mais vida, mais justiça, mais fraternidade.

6) Comprometemo-nos a levar adiante:
- A formação permanente;
- O compromisso com a Igreja irmã de Moçambique;
- O método de “formação na praça”;
- O curso de Renovação Presbiteral do Regional;
- O retiro do clero de 2010, de 25 a 27 de maio, com o Frei Raniero Cantalamessa;
- O 29° Encontro Regional de Presbíteros de 08 a 11 de novembro de 2010.

Ao concluir o nosso encontro assumimos a oração de Jesus: “Eu me consagro por eles” (Jo 17,19a). Abraçando a “Missão Continental”, renovamos nossa disposição de continuar servindo a este povo do Rio Grande do Sul, do Brasil, da América Latina e do mundo inteiro, assim como tantos irmãos nosso o fizeram para que todos tenham vida e a tenham em abundância.

Pedimos a Nossa Senhora Medianeira, Mãe dos Presbíteros, que assim como acompanhou Jesus e os Apóstolos proteja nossa missão.

São Leopoldo, 05 de novembro de 2009.

ORAÇÃO: OFERECIMENTO DA MISSÃO




Jesus Mestre,
Eu vos ofereço a minha missão
com as mesmas intenções
com que pregastes o Evangelho.
Seja tudo, só e sempre,
para a glória de Deus e a paz das pessoas.
Jesus Verdade,
que todas as pessoas vos conheçam!
Jesus Caminho,
que as pessoas sigam vossas pegadas!
Jesus Vida,
que todos vivam em vós!
Jesus Mestre,
inspirai-me com a vossa sabedoria
para que eu possa transmitir palavras de salvação.
Que meus pensamentos
se inspirem no Evangelho,
e se tornem fontes de vossa luz
a iluminar as pessoas, nossos irmãos.
São Paulo, guiai-me!
Maria, Mãe e Rainha dos Apóstolos,
que destes ao mundo o Verbo encarnado
abençoai esta minha missão. Amém.

(Bv. Padre Tiago Alberione, fundador da Família Paulina,
na qual também há o Instituto Jesus Sacerdote para sacerdotes do clero
diocesano que vivem o carisma paulino)

INFORMAÇÃO: Campanha da Fraternidade 2010 – Ecumênica


Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24). Com esta frase em destaque, a Campanha da Fraternidade representa o desafio de uma escolha cotidiana em nossa vida.


Este é o cartaz. A imagem, com o fundo escuro, evoca a penumbra de um templo onde, no recolhimento da oração, as mãos em atitude de súplica diante de uma vela feita não de cera, mas de dinheiro, revelam o drama do ser humano que precisa de bens materiais para satisfazer suas necessidades, mas que pode também se tornar escravo da ganância. Aquelas mãos suplicantes dirigem uma prece a Deus, ou ao Dinheiro como se fosse Deus? É a luz de Deus que ilumina ou é o cintilar do ouro que atrai?

O dinheiro é necessário no mundo dominado pelo mercado, onde tudo se compra e se vende. Precisa-se de dinheiro para comprar alimentos, roupa, para cuidar da saúde, para pagar o colégio, para adquirir a moradia e custear o lazer.

O cintilar do ouro e das moedas, porém, se mistura facilmente com a ambição e o desamor. Você pode se tornar escravo dos bens materiais e depositar neles a sua segurança. Você pode viver acumulando dinheiro e propriedades como se deles dependesse a sua vida. Você não pensa que seus bens podem ser supérfluos e suas necessidades podem ser imaginárias, induzidas pela propaganda, pela moda, pelas promoções de fim de semana. Você também acaba esquecendo que há crianças abandonadas, pobres morando nas ruas, pessoas famintas e doentes, e fica cuidando do seu dinheiro como se fosse Deus, fechando os olhos sobre as necessidades do próximo.
O tema convida a todos a se libertarem da dependência dos bens materiais. A porem a sua confiança em Deus. A fugir da ganância e do egoísmo. A cultivar sentimentos de fraternidade. A contribuir com o seu trabalho e os seus bens, para a construção de um mundo mais justo e solidário.

Entre outros subsídios:
CF/2010 - CD com as Músicas da CF - Economia e Vida
CF/2010 - ABC da fraternidade
CF/2010 - Fraternidade viva (texto base simplificado)
CF/2010 - Manual (acompanha DVD oficial)
CF/2010 - Vigília Eucarística e Celebração da penitência

INFORMAÇÃO: Diretório da liturgia 2010 - Ano C - São Lucas - e da organização da Igreja no Brasil

A CNBB acaba de publicar o Diretório da Liturgia 2010.
Ano C - S. Lucas
Na Liturgia, ano C, seremos guiados pelo evangelista S. Lucas. Como lemos na introdução ao Evangelho de Lucas, na Bíblia da CNBB, “Lucas situa o Evangelho dentro da ‘história da salvação’, que abrange três épocas: o tempo da promessa (AT), o tempo do cumprimento (Jesus) e o tempo final, que é o tempo do anúncio pela Igreja, que está descrito nos Atos dos Apóstolos. Em todos esses momentos atua o Espírito Santo de Deus, na inspiração dos antigos Profetas, na força que impele Jesus, e na vida que inspira à Igreja.
Ano Litúrgico
Nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, no. 73, lemos: "O Ano Litúrgico ‘revela todo o mistério de Cristo no decorrer do ano, desde a encarnação e nascimento até à ascensão, ao pentecostes e à expectativa da feliz esperança da vinda do Senhor’.
1 Ele assim nos propõe um caminho espiritual, ou seja, a vivência da graça própria de cada aspecto do mistério de Cristo, presente e operante nas diversas festas e nos diversos tempos litúrgicos.
2 Em síntese, através do Ano Litúrgico, os fieis fazem a experiência de se configurarem ao seu Senhor e dele aprenderem a viver ‘os seus sentimentos’.
3 O Ano Litúrgico não apenas recorda as ações de Jesus Cristo, nem somente renova a lembrança de ações passadas, mas sua celebração tem força sacramental e especial efi cácia para alimentar a vida cristã . Por isso, o Ano Litúrgico como itinerário sacramental, torna-se um caminho pedagógico-espiritual nos ritmos do tempo".
16o. Congresso Eucarístico Nacional
Em 2010 realizaremos o 16º Congresso Eucarístico Nacional, nos dias 13 a 16 de maio, em Brasília. Participando das comemorações do jubileu de ouro da inauguração da Capital Federal, nossos olhos e corações se voltarão para as celebrações deste Congresso que terá como tema: "Eucaristia, Pão da unidade dos discípulos missionário" e como lema: "Fica conosco, Senhor!".

48a. Assembléia Geral da CNBB
O Congresso Eucarístico será precedido pela 48ª Assembléia Geral da CNBB, que também se realizará em Brasília cujo tema central versará sobre a Palavra de Deus na missão da Igreja. É importante que estejamos unidos num só coração, através da nossa oração pessoal e comunitária, na ação pastoral tão rica, variada e abundante das Dioceses.

DOCUMENTO: Proposições do Sínodo da África


Na manhã do dia 20 de outubro foi apresentado, no Sínodo, o Documento provisório da 2a. Assembleia especial para o Sínodo dos Bispos para a África. O texto, divulgado pela Santa Sé, tem 57 proposições. O documento aguarda parecer de Bento XVI. Veja no link:
http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish/files/files_4ae9b249e67b9.pdf

ARTIGO: Catequese, caminho para o discipulado (Ano Catequético)



Catequese, educação permanente da fé

Conforme o evangelista São Marcos, após a prisão de João Batista, Jesus foi para a Galiléia, onde começou a anunciar o Evangelho dizendo: “completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo: fazei penitência e crede no Evangelho” (Mc 1,14-15).

Daí em diante, anunciava a todos a palavra da salvação. Chamou diversas pessoas a segui-lo mais de perto. A estas instruía a sós. A todos ensinava com parábolas, sinais e prodígios.

Após sua morte e ressurreição, confiou aos apóstolos a missão que recebera do Pai, enviando-os a todos os povos para ensinar a todos o que Ele mesmo havia dito e batizando em nome da Trindade a quem cresse (Mc 1,14-18; Mt 28,16-20).

Com a força do Espírito Santo, em Pentecostes, Pedro, em nome dos outros Apóstolos, sem o medo e a covardia manifestados durante a paixão e morte de Jesus de Nazaré, proclamou que o mesmo era o Messias prometido. Fora crucificado e morto, mas Deus o ressuscitara, constituindo-o Senhor e Cristo. A este anúncio vibrante, os ouvintes perguntavam o que fazer. A resposta era: arrependimento e batismo em nome de Jesus Cristo para a remissão dos pecados (At 2,14-41).

Depois, os Apóstolos partiram em missão. Exortavam a todos a seguir Cristo, caminho de salvação. Aos que acolhiam o primeiro anúncio, proporcionavam o conhecimento e a experiência de Cristo para serem batizados em seu nome. Em grupo, por um longo tempo, em geral de três anos, eram iniciados na vida em Cristo. Este processo lhes garantia um encontro pessoal progressivo com Cristo. Chamava-se catecumenato. Era uma verdadeira iniciação à fé e vida da comunidade dos discípulos do Ressuscitado, através de uma catequese vivencial. “A catequese introduzia progressivamente na participação da vida cristã dentro da comunidade. Animada pela fé, sustentada pela esperança, exercida através da caridade fraterna, a própria vida da comunidade fazia parte do conteúdo da catequese. Esta, por sua vez, era o instrumento a serviço da uma entrada consciente na comunidade de fé e da perseverança nela. Catequese e comunidade caminhavam juntas” (CNBB, Catequese renovada, coleção Documentos, n° 26, n° 7).

A catequese teve esta característica de iniciação da vida em Cristo na comunidade até pelo final dos anos 300. O Império romano, que perseguira os cristãos, adotou o cristianismo como religião oficial. Em breve, praticamente todos foram batizados, não passando mais por aquele tempo maior de catequese como experiência de vida em Cristo. A catequese passou a ser mais um processo de integração, de mergulho no ambiente cristão que marcava a sociedade. Assim foi entendida e realizada até o ano 1500. Como os adultos eram considerados todos cristãos, as crianças eram batizadas logo que nasciam e tinham uma catequese posterior em vista da eucaristia.

A partir de 1500, por causa de confusões doutrinárias e enfraquecimento da vida cristã, a catequese passou ser um processo de aprendizagem individual, sem muita insistência na vida comunitária. Ela se tornou mais instrução, quase exclusivamente em vista da primeira comunhão.

Com os diversos movimentos de renovação eclesial a partir do ano 1900 e especialmente com o Concílio Vaticano II de 1962 a 1965, a catequese passou a ser entendida como educação permanente para a comunhão e a participação na comunidade de fé. Fala-se então de catequese de iniciação e de catequese permanente. A de iniciação prepara – antes ou após o batismo, para o decisivo compromisso da fé. A permanente ajuda a amadurecer continuamente a profissão de fé, a proclamá-la na Eucaristia e a renovar os compromissos que ela implica (Congregação para o Clero, Diretório Geral para a Catequese, n° 82).

Segundo o Diretório Nacional de Catequese (CNBB, coleção Documentos, n° 84, de 2006, n° 36 ss), o batismo de crianças, que as introduz na vida da graça, exige uma continuação, uma iniciação vivencial nos mistérios da fé (a pessoa de Jesus, a Igreja, a liturgia, os sacramentos) através da catequese. Esse processo catequético possibilita também aos já batizados (adultos, jovens, crianças) assumir conscientemente a própria vida cristã. Para os não batizados, a catequese se apresenta como processo catecumenal para a vida cristã. Ela tem como finalidade levar o catequizando a conhecer, acolher, celebrar e vivenciar o mistério de Deus, manifestado em Jesus Cristo, que nos revela o Pai e nos envia o Espírito Santo. Ela deve proporcionar o conhecimento da fé, a iniciação litúrgica, a formação moral, a vida de oração, a vida comunitária, o testemunho e a missão. Pelo Documento de Aparecida (n° 298 e 299), a catequese não deve ser só ocasional, reduzida a momentos prévios aos sacramentos ou à iniciação cristã, mas sim “itinerário catequético permanente”. Não pode se limitar a uma formação meramente doutrinal, mas precisa ser verdadeira escola de formação integral, levando a cultivar a amizade com Cristo na oração, o apreço pela celebração litúrgica, a experiência comunitária, o compromisso apostólico mediante um permanente serviço aos demais.

Ano Catequético, novo impulso à catequese

A catequese faz parte da natureza da Igreja. Não há Igreja sem catequese. “Ela está na base de todo o trabalho da Igreja particular. O próprio modo de ser Igreja, com as relações humanas que se estabelecem, a qualidade do testemunho, as prioridades estabelecidas, determina o estilo da catequese, que reflete o rosto da Igreja particular de onde brota” (Diretório Nacional de Catequese, n° 231)

Por esta importância da catequese, a Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil de 2006, por unanimidade, aprovou a realização de um Ano Catequético em 2009.

Este Ano Catequético será realizado no cinquentenário do primeiro Ano Catequético no Brasil (1959) e terá sua abertura no segundo domingo de páscoa, 19 de abril, e seu encerramento na festa de Cristo Rei, 22 de novembro, Dia Nacional do Leigo e da Leiga.

Cada diocese, paróquia e comunidade, em sua criatividade, desenvolverá atividades próprias para a abertura, desenvolvimento e encerramento do Ano Catequético.

A Diocese de Erexim fará a abertura, dia 19 de abril, em momento de oração, motivação e pronunciamento do Bispo, na Catedral, antes da missa das 09:00, com transmissão por rádios da região, em cadeia com a Difusão, que normalmente transmite a missa daquele horário.

Algumas atividades já definidas são: Encontro Diocesano de Catequistas, dia 13 de setembro em Barão de Cotegipe; Jornada Estadual de Catequistas, dia 24 de maio, em Santa Cruz do Sul; Terceira Semana Brasileira de Catequese, de 06 a 11 de outubro, em Itaici, Indaiatuba, SP. Durante a Assembléia dos Bispos, de 22 a 30 de abril, haverá também uma celebração especial do Ano Catequético. O Dia do Catequista, 30 de agosto, ganhará conotação especial neste ano.

O Ano Catequético não é evento isolado. Está inserido no contexto de recepção do Documento de Aparecida, com o projeto nacional de evangelização O Brasil na Missão Continental: a alegria de ser discípulo missionário, de implementação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2008-2010, do Sínodo sobre a Palavra, realizado em outubro passado, do 12° Encontro Intereclesial nacional de CEBs (21 a 25 de julho, Porto Velho, RO) e da Campanha da Fraternidade. O Ano Catequético se realiza também nos 30 anos da Exortação Apostólica sobre a Catequese, de João Paulo II, e da 3ª Conferência Geral dos Bispos da América Latina e Caribe, realizada em Puebla, de 27 de janeiro a 13 de fevereiro de 1979. Em parte, ele se desenvolverá dentro do Ano Paulino, a ser encerrado dia 29 de junho.

O tema deste Ano Catequético é: Catequese, caminho para o discipulado, e o lema: Nosso coração arde quando ele fala, explica as escrituras e parte pão (Cf Lc 24,13-35).

O objetivo geral é: Dar um impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado. Os objetivos específicos são diversos: 1°) intensificar a formação catequética dos catequistas, dos agentes de pastoral, dos religiosos/as e dos ministros ordenados; 2°) incentivar a instituição do Ministério de Catequistas; 3°) impulsionar o estudo das Sagradas Escrituras; 4°) aprofundar o Primado da Palavra de Deus na vida da Igreja; 5°) cultivar a dimensão litúrgica da catequese; 6°) estimular a dimensão catequética nas comunidades na perspectiva da pastoral de conjunto; 7°) dar a devida ênfase à catequese com adultos, com jovens e junto à pessoa com deficiência; 8°) incentivar na catequese a inspiração catecumenal; 9°) estimular a implementação da disciplina catequética nos cursos de teologia; 10°) intensificar a dimensão missionária da catequese por meio da espiritualidade do seguimento de Jesus Cristo; 11°) educar para a vivência de uma fé comprometida com as urgentes mudanças da nossa sociedade, tendo presente o princípio da interação vida-fé; 12°) favorecer na catequese a abertura ao outro, à realidade, ao ecumenismo e ao diálogo inter-religioso.

Subsídio precioso para o aprofundamento do tema e do lema do Ano Catequético é seu texto base. Ele tem três partes, seguindo o método ver-julgar-agir, confirmado pelo Documento de Aparecida, desenvolvidas à luz da conhecida passagem dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). Assim, ele nos convida a aprender: caminhando com o Mestre (Jesus se aproxima e escuta); ouvindo o Mestre (Ele nos revela as Escrituras); agindo com o Mestre (ao partir o pão, eles o reconheceram e retornaram ao caminho de Jerusalém).

Que o Ano Catequético nos faça viver mais intensamente a catequese como processo a nos transformar em discípulos conscientes, ativos e apaixonados pela missão de Cristo.

Pe. Antonio Valentini Neto – Pároco da Catedral São José (Erexim).

INFORMAÇÃO: Campanha da Fraternidade 2011

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) já definiu  o tema da Campanha da Fraternidade 2011.
O tema será “Fraternidade e a vida no planeta” .
O lema: “A criação geme em dores de parto”.

O objetivo geral é  contribuir para o aprofundamento do debate e busca de caminhos de superação dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e seus impactos sobre as condições da vida no planeta.
Hino da CF 2011

A CNBB solicita a colaboração de todos os poetas para a criação de um texto belo e profundo que possa servir de hino para a Campanha da Fraternidade de 2011.
Instruções no site da CNBB

CF 2010
No próximo ano, 2010, a Campanha será ecumênica e terá como tema “Economia e vida” e lema, “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”.
Cartazes da CF
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