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80. Educação Cristã: Os centros educacionais católicos e a família



1. O que diz o texto?
Fala dos centros educacionais católicos:
Um princípio irrenunciável para a Igreja é a liberdade de ensino. O amplo exercício do direito à educação reivindica por sua vez, como condição para sua autêntica realização, a plena liberdade que deve gozar toda pessoa para escolher a educação de seus filhos que considere mais adequada aos valores que eles mais estimam e que consideram indispensáveis. Pelo fato de haver dado a vida aos filhos, os pais assumiram a responsabilidade de oferecer a eles condições favoráveis para seu crescimento e a séria obrigação de educá-los. A sociedade precisa reconhecê-los como os primeiros e principais educadores. O dever da educação familiar, como primeira escola de virtudes sociais, é de tanta transcendência que, quando falta, dificilmente pode ser suprida. Esse princípio é irrenunciável. 
Fala também, da família:
Esse direito intransferível, que implica uma obrigação e que expressa a liberdade da família na esfera da educação, por seu significado e alcance, precisa ser decididamente garantido pelo Estado. Por essa razão, o poder público, a quem compete a proteção e a defesa das liberdades dos cidadãos, atendendo à justiça distributiva, deve distribuir as ajudas públicas - que provêm dos impostos de todos os cidadãos - de tal maneira que a totalidade dos pais, independente de sua condição social, possam escolher, segundo sua consciência, em meio a uma pluralidade de projetos educativos, as escolas adequadas para seus filhos. Esse é o valor fundamental e a natureza jurídica que fundamenta a subvenção escolar. Portanto, a nenhum setor educacional, nem sequer ao próprio Estado, se pode outorgar a faculdade de se reservar o privilégio e a exclusividade da educação dos mais pobres, sem com isso infringir importantes direitos. Desse modo, promovem-se direitos naturais da pessoa humana, da convivência pacífica dos cidadãos e do progresso de todos. (DAp 339-340)

2. O que diz o texto para mim, para nós?
O texto nos diz que:
- Um princípio irrenunciável para a Igreja é a liberdade de ensino. O amplo exercício do direito à educação reivindica por sua vez, como condição para sua autêntica realização, a plena liberdade que deve gozar toda pessoa para escolher a educação de seus filhos que considere mais adequada aos valores que eles mais estimam e que consideram indispensáveis. 
- Pelo fato de haver dado a vida aos filhos, os pais assumiram a responsabilidade de oferecer a eles condições favoráveis para seu crescimento e a séria obrigação de educá-los. A sociedade precisa reconhecê-los como os primeiros e principais educadores.
- O dever da educação familiar, como primeira escola de virtudes sociais, é de tanta transcendência que, quando falta, dificilmente pode ser suprida. Esse princípio é irrenunciável. 
- Esse direito intransferível, que implica uma obrigação e que expressa a liberdade da família na esfera da educação, por seu significado e alcance, precisa ser decididamente garantido pelo Estado. 
-  o poder público, a quem compete a proteção e a defesa das liberdades dos cidadãos, atendendo à justiça distributiva, deve distribuir as ajudas públicas - que provêm dos impostos de todos os cidadãos - de tal maneira que a totalidade dos pais, independente de sua condição social, possam escolher, segundo sua consciência, em meio a uma pluralidade de projetos educativos, as escolas adequadas para seus filhos. Esse é o valor fundamental e a natureza jurídica que fundamenta a subvenção escolar. 
- A nenhum setor educacional, nem sequer ao próprio Estado, se pode outorgar a faculdade de se reservar o privilégio e a exclusividade da educação dos mais pobres, sem com isso infringir importantes direitos. Desse modo, promovem-se direitos naturais da pessoa humana, da convivência pacífica dos cidadãos e do progresso de todos.

3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental
Senhor, Deus da vida e do amor,
enviastes o vosso Filho
para nos libertar das forças da morte
e conduzir-nos no caminho da esperança.
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito!
Fazei-nos discípulos,
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

79. Educação Cristã: recapitulando tudo em Cristo


1. O que diz o texto?
A missão primária da Igreja é anunciar o Evangelho de maneira tal que garanta a relação entre a fé e a vida tanto na pessoa individual como no contexto sócio-cultural em que as pessoas vivem, atuam e se relacionam entre si. Assim, a Igreja "procura transformar, mediante a força do Evangelho, os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade que estão em contraste com a Palavra de Deus e o desígnio de salvação". 
 Portanto, quando falamos de educação cristã, entendemos que o mestre educa para um projeto de ser humano em que habite Jesus Cristo com o poder transformador de sua vida nova. Existem muitos aspectos nos quais se educa e entre os quais consta o projeto educativo. Existem muitos valores, mas estes valores nunca estão sozinhos, sempre formam uma constelação ordenada, explícita ou implicitamente. Se a ordenação tem Cristo como fundamento e fim, então essa educação está recapitulando tudo em Cristo e é verdadeira educação cristã; se não, pode falar de Cristo, mas corre o perigo de não ser cristã. 
Desse modo se produz uma compenetração entre os dois aspectos. Quer dizer, não se concebe a possibilidade de anunciar o Evangelho sem que este ilumine, infunda alento e esperança e inspire soluções adequadas aos problemas da existência; muito menos que se possa pensar em verdadeira e plena promoção do ser humano sem abri-lo a Deus e anunciar-lhe Jesus Cristo. 
A Igreja é chamada a promover em suas escolas uma educação centrada na pessoa humana que é capaz de viver na comunidade oferecendo a esta o bem que a Igreja possui. Diante do fato de que muitos se encontram excluídos, a Igreja deverá estimular uma educação de qualidade para todos, formal e não-formal, especialmente para os mais pobres. Educação que ofereça às crianças, aos jovens e aos adultos o encontro com os valores culturais do próprio país, descobrindo ou integrando neles a dimensão religiosa e transcendente. Para isso, necessitamos de uma pastoral da educação que seja dinâmica e acompanhe os processos educativos, que seja voz que legitime e salvaguarde a liberdade de educação diante do Estado e o direito a uma educação de qualidade para os mais despossuídos.
Desse modo, estamos em condições de afirmar que, no projeto educativo da escola católica, Cristo, o Homem perfeito, é o fundamento em quem todos os valores humanos encontram sua plena realização e, a partir daí, sua unidade. Ele revela e promove o sentido novo da existência e a transforma, capacitando o homem e a mulher a viverem de maneira divina, ou seja, para pensar, querer e agir segundo o Evangelho, fazendo das bem-aventuranças a norma de suas vidas. Precisamente pela referência explícita e compartilhada por todos os membros da comunidade escolar, a visão cristã - ainda que em grau diverso, e respeitando a liberdade de consciência e religiosa dos não cristãos presentes nela - a educação é "católica", pois os princípios evangélicos se convertem para ela em normas educativas, motivações interiores e, ao mesmo tempo, em metas finais. Esse é o caráter especificamente católico da educação. Jesus Cristo, pois, eleva e enobrece a pessoa humana, dá valor à sua existência e constitui o perfeito exemplo de vida. É a melhor notícia, proposta pelos centros de formação católica aos jovens. 
Portanto, a meta que a escola católica se propõe com relação às crianças e jovens, é a de conduzir ao encontro com Jesus Cristo vivo, Filho do Pai, irmão e amigo, Mestre e Pastor misericordioso, esperança, caminho, verdade e vida, e dessa forma à vivência da aliança com Deus e com os homens. A escola o faz colaborando na construção da personalidade dos alunos, tendo Cristo como referência no plano da mentalidade e da vida. Tal referência, ao se fazer progressivamente explícita e interiorizada, ajudará a ver a história como Cristo a vê, a julgar a vida como ele o faz, a escolher e amar como ele, a cultivar a esperança como Ele nos ensina e a viver nele a comunhão com o Pai e o Espírito Santo. Pela fecundidade misteriosa dessa referência, a pessoa se constrói na unidade existencial, isto é, assume suas responsabilidades e procura o significado último de sua vida. Situada na Igreja, comunidade de cristãos, ela consegue com liberdade viver intensamente a fé, anunciá-la e celebrá-la com alegria na realidade de cada dia. Como conseqüência, amadurecem e parecem co-naturais as atitudes humanas que levam a se abrir sinceramente à verdade, a respeitar e amar as outras pessoas, a expressar sua própria liberdade na doação de si e no serviço aos demais para a transformação da sociedade. 
A escola católica é chamada a uma profunda renovação. Devemos resgatar a identidade católica de nossos centros educacionais por meio de um impulso missionário corajoso e audaz, de modo que chegue a ser uma opção profética plasmada em uma pastoral da educação participativa. Tais projetos devem promover a formação integral da pessoa, tendo seu fundamento em Cristo, com identidade eclesial e cultural, e com excelência acadêmica. Além disso, há de gerar solidariedade e caridade para com os mais pobres. O acompanhamento dos processos educativos, a participação dos pais de família neles e a formação de docentes, são tarefas prioritárias da pastoral da educação.
Propõe-se que nas instituições católicas a educação na fé seja integral e transversal em todo o currículo, levando em consideração o processo de formação para encontrar Cristo e para viver como discípulos e missionários e inserindo nela verdadeiros processos de iniciação cristã. Ao mesmo tempo, recomenda-se que a comunidade educativa (diretores, mestres, pessoal administrativo, alunos, pais de família etc.), enquanto autêntica comunidade eclesial e centro de evangelização, assuma seu papel de formadora de discípulos e missionários em todos os seus estratos. A partir daí, em comunhão com a comunidade cristã que é sua matriz, promova um serviço pastoral no setor em que se insere, especialmente dos jovens, da família, da catequese e da promoção humana dos mais pobres. Esses objetivos são essenciais nos processos de admissão de alunos, em suas famílias e na contratação dos docentes.  (DAp 331-338)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
O texto sobre Educação Cristã nos diz:
- A missão primária da Igreja é anunciar o Evangelho de maneira tal que garanta a relação entre a fé e a vida tanto na pessoa individual como no contexto sócio-cultural em que as pessoas vivem;
-  "procura transformar, mediante a força do Evangelho, os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade que estão em contraste com a Palavra de Deus e o desígnio de salvação". 
- o mestre educa para um projeto de ser humano em que habite Jesus Cristo com o poder transformador de sua vida nova.
- Esta Educação tem Cristo como fundamento e fim, recapitulando tudo em Cristo.
- Esta produz uma compenetração entre os dois aspectos. Quer dizer, não se concebe a possibilidade de anunciar o Evangelho sem que este ilumine, infunda alento e esperança e inspire soluções adequadas aos problemas da existência; 
- não se pode pensar em verdadeira e plena promoção do ser humano sem abri-lo a Deus e anunciar-lhe Jesus Cristo. 
- a Igreja deverá estimular uma educação de qualidade para todos, formal e não-formal, especialmente para os mais pobres. Educação que ofereça às crianças, aos jovens e aos adultos o encontro com os valores culturais do próprio país, descobrindo ou integrando neles a dimensão religiosa e transcendente. 
- necessitamos de uma pastoral da educação que seja dinâmica e acompanhe os processos educativos, que seja voz que legitime e salvaguarde a liberdade de educação diante do Estado e o direito a uma educação de qualidade para os mais despossuídos.
- no projeto educativo da escola católica, Cristo, o Homem perfeito, é o fundamento em quem todos os valores humanos encontram sua plena realização e, a partir daí, sua unidade. Ele revela e promove o sentido novo da existência e a transforma, capacitando o homem e a mulher a viverem de maneira divina, ou seja, para pensar, querer e agir segundo o Evangelho, fazendo das bem-aventuranças a norma de suas vidas.  
- a educação é "católica", pois os princípios evangélicos se convertem para ela em normas educativas, motivações interiores e, ao mesmo tempo, em metas finais. Esse é o caráter especificamente católico da educação. Jesus Cristo, pois, eleva e enobrece a pessoa humana, dá valor à sua existência e constitui o perfeito exemplo de vida. É a melhor notícia, proposta pelos centros de formação católica aos jovens. 
- a meta que a escola católica se propõe com relação às crianças e jovens, é a de conduzir ao encontro com Jesus Cristo vivo, Filho do Pai, irmão e amigo, Mestre e Pastor misericordioso, esperança, caminho, verdade e vida, e dessa forma à vivência da aliança com Deus e com os homens.
- A escola católica é chamada a uma profunda renovação. Devemos resgatar a identidade católica de nossos centros educacionais por meio de um impulso missionário corajoso e audaz, de modo que chegue a ser uma opção profética plasmada em uma pastoral da educação participativa. Tais projetos devem promover a formação integral da pessoa, tendo seu fundamento em Cristo, com identidade eclesial e cultural, e com excelência acadêmica. - Propõe-se que nas instituições católicas a educação na fé seja integral e transversal em todo o currículo, levando em consideração o processo de formação para encontrar Cristo e para viver como discípulos e missionários e inserindo nela verdadeiros processos de iniciação cristã. 

3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! 
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

78. Educação Católica: sua finalidade



1. O que diz o texto?
 A América Latina e o Caribe vivem uma particular e delicada emergência educacional. Na verdade, as novas formas educacionais de nosso continente, impulsionadas para se adaptar às novas exigências que se vão criando com a mudança global, aparecem centradas prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades e denotam claro reducionismo antropológico, visto que concebem a educação preponderantemente em função da produção, da competitividade e do mercado. Por outro lado, com freqüência, elas propiciam a inclusão de fatores contrários à vida, à família e a uma sadia sexualidade. Dessa forma, não manifestam os melhores valores dos jovens nem seu espírito religioso; menos ainda lhes ensinam os caminhos para superar a violência e se aproximar da felicidade, nem os ajudam a levar uma vida sóbria e adquirir as atitudes, virtudes e costumes que tornariam estável o lar que venham a estabelecer, e que os converteriam em construtores solidários da paz e do futuro da sociedade. 
Diante dessa situação, fortalecendo a estreita colaboração com os pais de família e pensando em uma educação de qualidade à que têm direito, sem distinção, todos os alunos e alunas de nossos povos, é necessário insistir no autêntico fim de toda escola. É chamada a se transformar, antes de mais nada, em lugar privilegiado de formação e promoção integral, mediante a assimilação sistemática e crítica da cultura, fato que consegue por meio de um encontro vivo e vital com o patrimônio cultural. Isso supõe que tal encontro se realize na escola em forma de elaboração, ou seja, confrontando e inserindo os valores perenes no contexto atual. Na realidade, a cultura, para ser educativa, deve inserir-se nos problemas do tempo no qual se desenvolve a vida do jovem. Dessa maneira, as diferentes disciplinas precisam apresentar não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir. (DAp 328-329)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
A Escola Católica aparece na América Latina e Caribe:
-  centrada prioritariamente na aquisição de conhecimentos e habilidades 
- denota claro reducionismo antropológico, visto que concebe a educação preponderantemente em função da produção, da competitividade e do mercado.
- com freqüência, ela propicia a inclusão de fatores contrários à vida, à família e a uma sadia sexualidade. 
-  não manifesta os melhores valores dos jovens nem seu espírito religioso; menos ainda lhes ensinam os caminhos para superar a violência e se aproximar da felicidade, 
- nem ajuda os jovens a levar uma vida sóbria e adquirir as atitudes, virtudes e costumes que tornariam estável o lar que venham a estabelecer, e que os converteriam em construtores solidários da paz e do futuro da sociedade. 

É  necessário insistir no autêntico fim de toda escola:
- se transformar, antes de mais nada, em lugar privilegiado de formação e promoção integral, mediante a assimilação sistemática e crítica da cultura, fato que consegue por meio de um encontro vivo e vital com o patrimônio cultural. 
- em forma de elaboração, ou seja, confrontando e inserindo os valores perenes no contexto atual. 
- a cultura, para ser educativa, deve inserir-se nos problemas do tempo no qual se desenvolve a vida do jovem. 
- as diferentes disciplinas precisam apresentar não só um saber por adquirir, mas valores por assimilar e verdades por descobrir. (DAp 328-329)


3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! 
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

77. Formação permanente e espaços de formação


1. O que diz o texto?
É oportuno indicar a complementaridade entre a formação iniciada no Seminário e o processo de formação que abrange as diversas etapas de vida do presbítero. É necessário despertar a consciência de que a formação só termina com a morte. A formação permanente "é um dever principalmente para os sacerdotes jovens e precisa ter aquela freqüência e programação de encontros que, simultaneamente, prolongam a seriedade e a solidez da formação recebida no seminário, levem progressivamente os jovens presbíteros a compreender e viver a singular riqueza do "dom" de Deus - o sacerdócio - e a desenvolver suas potencialidades e aptidões ministeriais, também mediante uma inserção cada vez mais convicta e responsável no presbitério e, portanto, na comunhão e na co-responsabilidade com todos os irmãos". Em relação a isso, requerem-se projetos diocesanos bem articulados e constantemente avaliados. 
As casas e os centros de formação da Vida Religiosa são também espaços privilegiados de discipulado e de formação dos missionários e missionárias, segundo o carisma próprio de cada instituto religioso. (326-327)

2. O que diz o texto para mim, para nós?
Este dois parágrafos falam da complementariedade da formação do seminário e do processo de formação que abrange as diversas etapas de vida do presbítero: 
- a formação só termina com a morte. 
- a formação permanente "é um dever principalmente para os sacerdotes jovens e precisa ter aquela freqüência e programação de encontros que, simultaneamente, prolongam a seriedade e a solidez da formação recebida no seminário, levem progressivamente os jovens presbíteros a compreender e viver a singular riqueza do "dom" de Deus - o sacerdócio - e a desenvolver suas potencialidades e aptidões ministeriais, também mediante uma inserção cada vez mais convicta e responsável no presbitério e, portanto, na comunhão e na co-responsabilidade com todos os irmãos".
- para isso, requerem-se projetos diocesanos bem articulados e constantemente avaliados. 
- as casas e os centros de formação da Vida Religiosa são também espaços privilegiados de discipulado e de formação dos missionários e missionárias, segundo o carisma próprio de cada instituto religioso

3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a
Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! 
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.


76. Projetos de formação nos seminários (6)


1. O que diz o texto?
É indispensável confirmar que os candidatos sejam capazes de assumir as exigências da vida comunitária, o que implica diálogo, capacidade de serviço, humildade, valorização dos carismas alheios, disposição para se deixar interpelar pelos outros, obediência ao bispo e abertura para crescer em comunhão missionária com os presbíteros, diáconos, religiosos e leigos, servindo à unidade na diversidade. A Igreja necessita de sacerdotes e consagrados que nunca percam a consciência de serem discípulos em comunhão.
Os jovens provenientes de famílias pobres ou de grupos indígenas, requerem formação inculturada, ou seja, devem receber a adequada formação teológica e espiritual para seu futuro ministério, sem que isso faça perder suas raízes e, dessa forma, possam ser evangelizadores próximos a seus povos e culturas.(324-325)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
Este dois parágrafos falam das disposições dos candidatos:
- que sejam capazes de assumir as exigências da vida comunitária, o que implica diálogo, capacidade de serviço, humildade, valorização dos carismas alheios, 
- sejam dispostos a se deixar interpelar pelos outros, obediência ao bispo e abertura para crescer em comunhão missionária com os presbíteros, diáconos, religiosos e leigos, servindo à unidade na diversidade. A Igreja necessita de sacerdotes e consagrados que nunca percam a consciência de serem discípulos em comunhão.
- Os jovens provenientes de famílias pobres ou de grupos indígenas, requerem formação inculturada, ou seja, devem receber a adequada formação teológica e espiritual para seu futuro ministério, sem que isso faça perder suas raízes e, dessa forma, possam ser evangelizadores próximos a seus povos e culturas.


3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a

Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

75. Projetos de formação nos seminários (5)


1. O que diz o texto?
Ao mesmo tempo, o Seminário deverá oferecer formação intelectual séria e profunda, no campo da filosofia, das ciências humanas, e especialmente da teologia e da missiologia, a fim de que o futuro sacerdote aprenda a anunciar a fé em toda a sua integridade, fiel ao Magistério da Igreja, com atenção crítica atento ao contexto cultural de nosso tempo e às grandes correntes de pensamento e de conduta que deverá evangelizar. Simultaneamente se deverá reforçar o estudo da Palavra de Deus no currículo acadêmico nos diversos campos de formação, procurando que a Palavra divina não se reduza somente a noções, mas que em verdade seja espírito e vida que ilumine e alimente toda a existência. Portanto, será necessário contar em cada seminário com número suficiente de professores bem preparados.(323)



2. O que diz o texto para mim, para nós?
O Seminário deverá:
-  oferecer formação intelectual séria e profunda, no campo da filosofia, das ciências humanas, e especialmente da teologia e da missiologia
- reforçar o estudo da Palavra de Deus no currículo acadêmico nos diversos campos de formação
- deverá contar com número suficiente de professores bem preparados.


3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a

Oração do Brasil na missão continental
Senhor, Deus da vida e do amor,
enviastes o vosso Filho
para nos libertar das forças da morte
e conduzir-nos no caminho da esperança.
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito!
Fazei-nos discípulos,
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.

74. Projetos de formação nos seminários (4)


1. O que diz o texto?
Em todo o processo de formação, o ambiente do Seminário e a pedagogia formativa deverão cuidar do clima de sã liberdade e de responsabilidade pessoal, evitando criar ambientes artificiais ou itinerários impostos. A opção do candidato pela vida e ministério sacerdotal deve amadurecer e apoiar-se em motivações verdadeiras e autênticas, livres e pessoais. A isso se orienta a disciplina nas casas de formação. As experiências pastorais, discernidas e acompanhadas no processo formativo, são sumamente importantes para confirmar a autenticidade das motivações no candidato e ajudá-lo a assumir o ministério como verdadeiro e generoso serviço, no qual o ser e o agir, pessoa consagrada e ministério, são realidades inseparáveis.(322)


2. O que diz o texto para mim, para nós?
O processo de formação, o ambiente e a pedagogia deverão:
- cuidar do clima de sã liberdade e de responsabilidade pessoal, evitando criar ambientes artificiais ou itinerários impostos.
- ajudar o candidato a amadurecer e apoiar-se em motivações verdadeiras e autênticas, livres e pessoais.
- cuidar da da disciplina nas casas de formação.
- acompanhar as experiências pastorais.


3. O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda a Igreja, a

Oração do Brasil na missão continental 
Senhor, Deus da vida e do amor, 
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte 
e conduzir-nos no caminho da esperança. 
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito! 
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria
em comunhão com a Missão Continental.